Cansaste-te de esperar por mim e acabaste por adormecer. Eu gosto quando esperas por mim, mas hoje não consegui chegar mais cedo, e já calculava que adormecesse. Estás tão linda assim deitada, aconchegada na minha almofada. Ficas linda com o corpo assim, deitado sobre o lado esquerdo, como sempre dormes, com a perna esquerda quase esticada e a direita, por cima, flectira. Estás sem cuecas... estavas mesmo à minha espera…
Admiro os teus contornos, esses lábios que me acolhem tão bem, as tuas mãos e não resisto a cheirar-te, a passear a ponta dos meus dedos na tua face, tão linda que ficas a dormir, tão calma, e quando acordada ficas aquela puta selvagem que eu tanto adoro. Não resisto e beijo-te delicadamente os lábios. Tu mexes-te mas não acordas. A minha mão passeia nas tuas pernas... que pele macia…a camisa de dormir curta e desalinhada deixa o teu rabo provocar-me… que pele macia, como eu gosto do teu rabo. Beijo-o e apetece mordiscar. Os meus dedos abrem caminho pela tua carne, quero sentir o que tens entre as pernas, a pele, a temperatura, a humidade… Tu mexes-te mas não acordas. Sentes mas deixas-te levar? Sonha querida, sonha…
Os meus dedos conhecem-te bem e continuam as carícias onde sei que gostas. Estás linda…Beijo-te o rabo e enfio um dedo delicadamente na tua vagina. Afastaste as pernas, o teu corpo acorda mas o ohos continuam fechados…"Hmmm" sai de ti como resposta ás minhas investidas, que terminam por não te querer acordar…
"Dorme Bem" sussurro ao teu ouvido… e abres os olhos.
"Dorme bem?? Chegas aqui fazes o que queres e ficas por isso mesmo? ACABA!!!"
Abriste-me as pernas e lambeste dois dedos antes de os enfiares. Olhaste-me nos olhos: "É assim que queres?" disseram. "Não... quero com mais força" responderam os meus. Chupaste-me o sexo como se de uma cabeça de camarão se tratasse... sôfrego. .adoras... e mordes-me os lábios com violência "Cabrão, assim dói". Os teus dedos continuam a foder-me, a fazer desenhos imaginários dentro de mim..."Queres ajuda caralho? Fode-me como deve ser.."
"Puta de merda"
Baixaste as tuas calças e penetraste-me de rompante, uma e outra vez. Com força, muita força, para teres a certeza de que eu estava a gostar. "Vais ficar sem poder foder durante uma semana, minha vaca". Doía mas eu não me queixava porque sabia bem aquela dor misturada com prazer. Continuámos a nossa batalha até tu parares e saíres de mim num ápice para te vires na minha boca. Quente...que mel quente me dás... que lambi perante o teu olhar saciado enquanto me recompunha e puxava a camisa de noite para baixo e me aninhava na tua almofada:
"Agora se não te importas deixa-me dormir que amanhã tenho de me levantar cedo"
Borboleta Assanhada in "Borboleta Assanhada"