Lillian Bassman, Barbara Mullen
New York. Harper's Bazaar, 1950
Quando te amo fico assim criança, sem palavras. Só posso dizer o que te digo poderia dizer que te amo, não sorrias. Sabes como eu, como se fosse possível fugir. Para quê mais palavras. Como me deixassem dentro dos teus olhos, as palavras. As palavras nas palavras. Eu próprio para trás. Estás linda, acredito no silêncio. Palavras são como as cerejas, tu e eu, não conseguimos parar.
Palavras. Palavras. Conheces-me tão bem, chegou a altura de dizer.
Dizer-te: amo-te. Amo-te demasiado quase demasiado ou mais do que demasiado.
E tu dizes:-amo-te-.
E ao dizeres amo-te pousas os lábios na minha testa. És linda e eu amo-te.









































