segunda-feira, março 27, 2017



Toquei-a ao de leve, as bocas coladas, os dedos dentro dela, a acelerarem os gestos.
Uma espécie de corrente magnética trespassavam-nos os corpos.
O sexo que fizemos era mais do que prazer ou gozo.
Era mais.
Quando tudo acabou, engoliu o meu sémen.
O cheiro a sexo impregnava-me os dedos.
Nunca tinha pensado numa coisa daquelas.
Tudo era mágico.

Voltada para mim, perguntou:
- Quer jantar comigo e ir ao teatro?
acrescentando:
- A partir de hoje será o meu amante.

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