terça-feira, março 20, 2012


the sun so hot and red
the lovers words that then did flow
their lips closer and closer
until locked in the throes
of a passionate embrace
he decided to express his feelings
to keep her safe

he whispered softly
his words like music to her ears
i love you
and her response the same
and i love you forever

it was the day they promised
to be together through everything
each to care for the other
when old and gray
a lovers pact
the most likely to last

foto orlova
via: photosight.ru

quinta-feira, março 08, 2012

Quando estás vestida Ninguém imagina Os mundos que escondes Sob as tuas roupas.

Friendly Nudes
Quando estás vestida,
Ninguém imagina
Os mundos que escondes
Sob as tuas roupas.

(Assim, quando é dia,
Não temos noção
Dos astros que luzem
No profundo céu.

Mas a noite é nua,
E, nua na noite,
Palpitam teus mundos
E os mundos da noite.

Brilham teus joelhos,
Brilha o teu umbigo,
Brilha toda a tua
Lira abdominal.

Teus exíguos
- Como na rijeza
Do tronco robusto
Dois frutos pequenos –
Brilham.)

Ah, teus seios!
Teus duros mamilos!
Teu dorso! Teus flancos!
Ah, tuas espáduas!

Se nua, teus olhos
Ficam nus também:
Teu olhar, mais longe,
Mais lento, mais líquido.

Então, dentro deles,
Bóio, nado, salto
Baixo num mergulho
Perpendicular.

Baixo até o mais fundo
De teu ser, lá onde
Me sorri tu’alma
Nua, nua, nua...

Manuel Bandeira

"Queres ajuda caralho? "

Cansaste-te de esperar por mim e acabaste por adormecer. Eu gosto quando esperas por mim, mas hoje não consegui chegar mais cedo, e já calculava que adormecesse. Estás tão linda assim deitada, aconchegada na minha almofada. Ficas linda com o corpo assim, deitado sobre o lado esquerdo, como sempre dormes, com a perna esquerda quase esticada e a direita, por cima, flectira. Estás sem cuecas... estavas mesmo à minha espera…
Admiro os teus contornos, esses lábios que me acolhem tão bem, as tuas mãos e não resisto a cheirar-te, a passear a ponta dos meus dedos na tua face, tão linda que ficas a dormir, tão calma, e quando acordada ficas aquela puta selvagem que eu tanto adoro. Não resisto e beijo-te delicadamente os lábios. Tu mexes-te mas não acordas. A minha mão passeia nas tuas pernas... que pele macia…a camisa de dormir curta e desalinhada deixa o teu rabo provocar-me… que pele macia, como eu gosto do teu rabo. Beijo-o e apetece mordiscar. Os meus dedos abrem caminho pela tua carne, quero sentir o que tens entre as pernas, a pele, a temperatura, a humidade… Tu mexes-te mas não acordas. Sentes mas deixas-te levar? Sonha querida, sonha…
Os meus dedos conhecem-te bem e continuam as carícias onde sei que gostas. Estás linda…Beijo-te o rabo e enfio um dedo delicadamente na tua vagina. Afastaste as pernas, o teu corpo acorda mas o ohos continuam fechados…"Hmmm" sai de ti como resposta ás minhas investidas, que terminam por não te querer acordar…

"Dorme Bem" sussurro ao teu ouvido… e abres os olhos.


"Dorme bem?? Chegas aqui fazes o que queres e ficas por isso mesmo? ACABA!!!"


Abriste-me as pernas e lambeste dois dedos antes de os enfiares. Olhaste-me nos olhos: "É assim que queres?" disseram. "Não... quero com mais força" responderam os meus. Chupaste-me o sexo como se de uma cabeça de camarão se tratasse... sôfrego. .adoras... e mordes-me os lábios com violência "Cabrão, assim dói". Os teus dedos continuam a foder-me, a fazer desenhos imaginários dentro de mim..."Queres ajuda caralho? Fode-me como deve ser.."
"Puta de merda"


Baixaste as tuas calças e penetraste-me de rompante, uma e outra vez. Com força, muita força, para teres a certeza de que eu estava a gostar. "Vais ficar sem poder foder durante uma semana, minha vaca". Doía mas eu não me queixava porque sabia bem aquela dor misturada com prazer. Continuámos a nossa batalha até tu parares e saíres de mim num ápice para te vires na minha boca. Quente...que mel quente me dás... que lambi perante o teu olhar saciado enquanto me recompunha e puxava a camisa de noite para baixo e me aninhava na tua almofada:


"Agora se não te importas deixa-me dormir que amanhã tenho de me levantar cedo"

Borboleta Assanhada in "Borboleta Assanhada"

quarta-feira, março 07, 2012

Will Davidson








“By a curious confusion, many modern critics have passed from the proposition that a masterpiece may be unpopular to the other proposition that unless it is unpopular it cannot be a masterpiece.” -G. K. Chesterton

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terça-feira, março 06, 2012

impossibility to see the beloved...

photographic monument to phallus
tributo fotográfico ao orgão sexual masculino
o penis


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